Domingo, 4 de Maio de 2008

Ma...

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„Ma“

 

 

 

 

Vi nascer uma dor, numa madrugada escura de maio, que não passou nunca mais.

Passeei por praias nuas para falar com mais alguem, mas falava sempre e só de ti.

Poderá amar-se para sempre? Ou tambem se pode esqueçer? Estou á espera de uma resposta, quem me a dá?

 

Vi tambem perder os teus olhos, aquela luz tão clara que olhava só para mim, procurei-te mil vezes, mas nunca te encontrei, quase que me perdia em mim mesmo.

Ah mas irei conseguir...não....não irei parár, porque é a vida que continua e assim vai...

 

Serei eu mesmo para combater ésta minha vontade louca de estar triste, continuarei a escrever, porque era a escrever que tu me gostavas de ver e....escreverei sobre ti tambem, entre sorrisos e lagrimas e......TU...

 

TU olharás para mim atravéz de um céu mais limpo e eu......sinto-te dentro do meu peito

 

Ás vezes sonho e vejo-me dentro de um avião especial, um avião nunca inventado, que me leva-va até ti e depois......e depois acordo a sorrir, mas este sonho maldito desaparece rapidamente e sim..... sim pode-se amar para sempre e esqueçer talvez não mas....... é a vida que continua e assim vai.

 

E eu continuo a escrever, porque era a escrever que tu gostavas de me ver.....secalhar escrevo sobre ti nos textos que sinto mais meus....ao mesmo tempo olho a sorrir para o céu....escrevrei sobre as saudades  que tenho tuas....num livro dedicado a ti.

 

E sabes? Gosto deste meu destino com mil frases ainda por escrever, nem que eu escale o “Impossivel”...vencerei esta guerra comigo mesmo, procuro-te até entre as visitas a este blog ou......talvez no calor de um comentario, ás vezes encontro-te....nas pessoas que tu gostavas....quando me falam de ti....

 

 

Hey Ma...

 

 

Mané

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Som: Zucchero-Diamante

publicado por Frágil às 21:33
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De Maria João Brito de Sousa a 5 de Maio de 2008 às 15:30
Até que enfim, Frágil! Estava a ver que nunca mais te encontrava!
Já estava com saudades tuas...
Também tenho um menino algures, lá encima, à minha espera. E não. Não se esquece nunca, mas sobrevive-se. Nós somos seres com mais vidas interiores do que os gatos. Desencantamos mecanismos de defesa capazes de nos fazerem voltar a ser felizes e seguimos em frente.
Um grande abraço e... toca a tomar posse do teu lugar no Ministério da Cultura da Alegria!


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