Domingo, 20 de Abril de 2008

Guerra...

.

.

“Guerra”

 

 

 

Mete o capacete que vamos para a guerra

E não se pode andar de cabeça “ao léu”

O capacete para nos proteger dos tiros

Para nos proteger dos pensamentos

E só o pensamento que do outro lado está alguem como nós

Alguem que pode estar sofrer e a morrer

Exactamente como nós

 

Alguem a quem disseram que nós somos filhos de P.....

Tal e qual como nos disseram a nós

Alguem a quem lhe falaram de pátria e de heróis

E não lhe falaram de amor e sofrimento

 

Se o vires sem a farda e sem o capacete

Verás que é apenas um homem como nós

E que nós somos os que o mataram

Sim sim e lá vem a tal historia banal...

“Se morreu um é porque nasceu outro”

Mas quando se morre é um dia triste

E quando se nasçe é um dia de felicidade

 

Mete o capacete que vais para a guerra

O capacete é para meter na cabeça

Tem que ser uma cabeça feita de proposito para o capacete

 

E a minha é muito diferente

 

 

Mané

 .

.

 

Som: Claudio Baglioni-Queli degli altri-C`era un ragazzo

publicado por Frágil às 13:11
link do post | favorito
De KI a 21 de Abril de 2008 às 14:23
Vais para a guerra pá? Não te esqueças de me escrever mas leva o pc que n entendo pevide da tua letra ( lol como se eu soubesse ma sok) e vê se não te apanham na trincheira a comer alcagoitas enquanto disparam lá fora. No capacete escreve Frágil quem sabe assim não te amandam uma granada com medo de te partir o côco e as boras tem cuidado n vás com a pressa atacar um atacador ao outro e esverdalhares-te ao comprido que parece uma rendição.

Vais para a guerra pá? E não me dizias nada?

Marche soldado!

Um kiss e quando vires o inimigo grita que és português e que não tens medo de nada a não ser... da guerra.


P.S. - Não falo de futebol!!


De Ana a 22 de Abril de 2008 às 13:39
pelo sim pelo não grita que é português e Alentejano, sempre é uma mais valia, nunca se sabe.lolololol
Eu cá de guerras não gosto pois quem sofre sempre são os inocentes, os grandes senhores que provocam as guerras estão sempre sentadinho bem longe onde nenhuma bala chega.


De Frágil a 22 de Abril de 2008 às 20:22
Se na fossem os alentejanos!!!!!!!!!!

O que seria dos portugueses!!!!! IoIoIoI.



A/Mo-te por tudo e por nada


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