Quarta-feira, 21 de Novembro de 2007

O céu num quarto.....

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"O céu num quarto"

 

 

Quando estás comigo...

Este quarto não tem paredes

Tem arvores...muitas arvores

     

Quando estás aqui comigo...

Este tecto branco não existe

Vejo o céu sobre nós

E ficamos aqui abandonados

Como se não existisse mais nada no mundo

      

Soa um violino..

Uma musica feita para nós

Que vibra para ti e para mim

Na imensidade do céu

    

Para ti e para mim...

No céu

 

      

Manè


publicado por Frágil às 11:51
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13 comentários:
De KI a 21 de Novembro de 2007 às 14:45
Fui a primeira talvez volte. Yea tou emocionada!


De Frágil a 24 de Novembro de 2007 às 04:48
Eheheheheh, nem tás aqui nem tás a pagar os direitos de autor IoIoIoIoI.



Bêjuuuuuuuuuuu


De tugafixe a 21 de Novembro de 2007 às 15:33
E eu o 2º!
O quarto sem tecto com este frio... é capaz de de ser desagradável, não!? A não ser que haja muitos cobertores!
Mas tá muito bonito, compadriiiii!!!!
E a música! Espectacular!

Grande abraçuuuu!


De Frágil a 24 de Novembro de 2007 às 04:51
Xiiiiiiii Compadriiiiiii, veja lá vocemecê que ao escrever isto nem pensei no gêlo das terras do queijo com buracos!!!!!!
Mas vocemecê mesmo assim acha que se tivesse "bem acompanhado" num quarto sem tecto eram precisos cobertores?!?!?!?! tava mas era abra4ado ao "Aquecimento humano" que ali estava cmg IoI.


Abraçuuuuu Compadri


De Simplesmente...eu* a 21 de Novembro de 2007 às 16:30
Ola amigooooooooooo,

Sem palavras perante tal escrito, sei perfeitamente o que sentes quando escreves...
Espero que esse teu amor nunca mas nunca termine e que seja sempre repleto de muita alegria e amor.
Mereces tudo de bom, tens um coraçao grande e sabes sempre como ajudar.
Obrigado por tudo amigo.

Simplesmente...um beijuuuuuuu em tuuuuuu


De Frágil a 24 de Novembro de 2007 às 04:54
se continuarem assim dessa maneira a fazer-me corar com os comentarios....derreto, ai derreto derreto, depois tou pa ver se alguem me recolhe, quiçá com uma palhiha IoIoIoIoI.

Obg pelas tuas palavras, sempre vindas do coraçao



Bêjuuuuuuuu em tuuuuu


De Ana a 21 de Novembro de 2007 às 20:55
mais uma vez um post que me deixa sem palavras, por isso vou tentar dar-lhe algum seguimento:

A nossa casa é feita de amores-perfeitos
E o tecto estrelado também tem luar
A nossa casa até parece um ninho
Vem um passarinho para nos acordar
Na nossa casa passa 1 rio pelo meio
E a nossa cama pode ser o mar
A nossa casa é onde nós estamos!

A/Mo-te por tudo e por nada


De Frágil a 24 de Novembro de 2007 às 04:57
E nessa mesma casa.......que é onde nós estamos........


Imagino-te jà velhinha
Com os cabelos mais brancos que a neve
Sentada com a mãos cruzadas
Que ainda tremem por mim
Olho-te com olhos sinceros
E vejo que ainda és bonita
Quem, poderia em toda a vida
Trair um amor assim?

Tu e eu…
Seremos um so
Seremos velhos contentes
Agradecendo a Deus
Por ésta realidade

Eu e tu…
Iremos consumir todos os minutos
Até mesmo os momentos tristes
E sem coração
Que a vida às vezes nos possa dar
Mas sem pensar nem por um instante
Em nos deixar

Mil vezes à volta do mundo
So me consigo imaginar junto a ti
Abraçados no bem e no mal
Felizes por viver
Felizes por morrer

Tu e eu…
Seremos um so



A/Mo-te por tudo e por nada


De ______ a 21 de Novembro de 2007 às 22:50
No quarto a porta está fechada
a luz já apagada
só te sinto com as mãos
a música é aquela combinada
a cama desfeita e revirada
e tu confundes os sins com nãos

A janela deixa entrar as estrelas
e o meu olhar ao vê-las
acaba iluminando o teu
o teu corpo dança balançando
o meu a ti vai-se entregando
já não existe um tu e um eu

Em momentos acabamos suspirando
num abraço vamos recomeçando
e os beijos provocam o calor
A pele arrepia-se querendo
mais do que dás e eu não entendo
se é a isto que chamam de amor...

Mané, gostei imenso do teu poema, reflectes no amor sem tempo quando nada mais existe a não ser quem está presente. Que todos um dia tenham essa hipótese de ver um céu...num tecto.

Beijos amigo, e sublinho que o poema que aqui deixo não é para ferir susceptibilidades de ninguém, mas é-te dedicado pela forma como és capaz de falar de amor e pelos que já deixaste no Trampolim e que guardo, sabes que sim.


Ah outra coisa para quem te lê a Dona Malandra era eu e julgo ter brincado com sempre, e o nick obviamente não passava também de uma brincadeira mas que eu lá sou Malandra sou eheheh, mas que tu és só meu amigo és :)


De Ana a 22 de Novembro de 2007 às 17:58
beijinhos grande para ti Ki

princesa


De Frágil a 24 de Novembro de 2007 às 05:07
Fiquei sem palavras perante este teu poema e comentario, assim respondo-te da seguinte forma....esperando que tdas as pessoas entendedam e não misturem as varias formas de amar.



„Quando se ama“

Quando se ama
Quando se ama verdadeiramente
Quando se ama mesmo no fundo
Quando se ama somente
Tudo o resto é pouco
Tudo o resto é nada
Quando se ama

Quando se ama
Quando se ama verdadeiramente
Deixamos de ser banàis
Deixamos de ser comuns
E cada palavra minha
Que toque nos teus labios
Transforma-se em poesia

Pode-se passear
Com os olhos dentro dos olhos
Atravéz das paredes das nossas casas
Passear direitos sobre os campos
Passear sobre um mar quente
Sobre as montanhas
Sobre uma tempestade até quiçà onde
Onde o tempo é bonito mesmo que chova
Onde o tempo é tudo
E onde o tudo é nada
Viver no vento com a mente na mente

E pode-se imaginar que somos crianças
Mesmo quando o tempo nos foge das maos
Continuar juntos numa outra vida
Quando ésta vida terminar

Quando se ama
Quando se ama mesmo no fundo
Fica mais bonito

Até este mundo.....



Mané



Bêjuuuuuuu em tuuuuuu


De ______ a 24 de Novembro de 2007 às 13:55
Bonito poema e quando se ama tudo é possível nem que seja contra o tempo, aliás quando se ama acredita-se sempre que a história terá outro final porque como li algures "tudo acaba bem e se não está bem, é porque ainda não acabou!".

Beijos alentejano.


De ஜॐ♥ஜ___Estrelinh@___ஜॐ♥ஜ a 24 de Novembro de 2007 às 23:59
( `♥.¸*O*
`♥.¸ )**P*
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`♥.¸ )*T*
( `♥. **I*
beijinho doce


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